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Audemars Piguet Royal Oak Audemars Piguet Royal Oak Pronto a expedir R$ 20.262 NL 70 2013

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Audemars Piguet Royal Oak – Uma lenda relojoeira

O Royal Oak é o relógio mais famoso da Audemars Piguet. Quando o lançou, a manufactura suíça revolucionou a estética relojoeira com este relógio desportivo de aço. Hoje, é um dos mais bem-sucedidos modelos da marca.

Destaques do Audemars Piguet Royal Oak

  • Modelo de sucesso da Audemars Piguet
  • Luneta octogonal com oito parafusos hexagonais
  • Bracelete integrada
  • Caixa disponível em aço, ouro de 18 quilates, titânio ou cerâmica
  • Disponível também com calendário perpétuo, cronógrafo ou turbilhão

Audemars Piguet Royal Oak: o nascimento de um relógio de culto

A Audemars Piguet apresentou o Royal Oak em 1972, quebrando todas as convenções estéticas em vigor até então. Com efeito, tratava-se do primeiro relógio de luxo com uma caixa e uma bracelete em aço. Embora existissem relógios no mesmo material no mercado, como por exemplo modelos da Rolex, estes eram bastante mais baratos e considerados relógios para todas as ocasiões e não relógios de luxo. Quando foi introduzido no mercado, o Royal Oak custava mais de 3.600 francos suíços, um preço exorbitante para um relógio de aço nos anos 1970. Convém lembrar que os relógios de marcas como a Patek Philippe em materiais nobres custavam menos do que o Royal Oak. Além disso, nesta época, as manufacturas de alta relojoaria suíças ainda não ofereciam relógios desportivos nas suas coleções. Com uma caixa de 39 mm de diâmetro, o primeiro Royal Oak com a referência 5402ST era também invulgarmente grande. Os tamanhos médios da época rondavam os 35 mm. Em muitos sentidos, o Royal Oak foi um relógio extremamente inovador na época em que foi lançado.

Principais características do Royal Oak

A característica estética mais vincada do Audemars Piguet Royal Oak é a luneta octogonal com oito parafusos hexagonais e a bracelete em aço integrada na caixa. Os tradicionais motivos "Petite Tapisserie" e "Grande Tapisserie" do mostrador são também um elemento imediatamente reconhecível. Estes padrões decorativos são realizados com uma máquina de gravação especial. O design foi inspirado nas escotilhas de um navio de guerra da marinha real britânica denominado HMS Royal Oak e tem a assinatura de Gérald Genta, um dos mais famosos designers de relógios do mundo. Genta foi também responsável pelo design de modelos como o Nautilus da Patek Philippe ou o Ingenieur SL da IWC (International Watch Company). O Royal Oak tem um visual retro que evoca o estilo da década de 1970. Porém, é uma peça intemporal.

Preços do Audemars Piguet Royal Oak

Com um Royal Oak no pulso está a fazer uma afirmação de estilo e de gosto refinado. Mas este relógio de pulso é também um símbolo de status. Os modelos femininos usados desta coleção custam cerca de 2.000 euros e albergam movimentos de quartzo. Se pretender adquirir um relógio com um movimento automático, conte com uma verba de pelo menos 3.500 euros. Um Royal Oak de senhora por estrear com um calibre de quartzo custa cerca de 10.000 euros, enquanto um modelo automático custa cerca de 13.000 euros.
O preço dos modelos masculinos ou unissexo usados começam na casa dos 6.000 euros. Estes exemplares apresentam um diâmetro de 36 mm. Por estrear, os modelos lançados em 2016 rondam os 13.000 euros. Estas versões têm um diâmetro de 37 mm. Os relógios com uma caixa de 39 mm de diâmetro são bastante idênticos ao modelo original lançado em 1972. Os modelos usados também custam cerca de 13.000 euros e os exemplares novos estão disponíveis a partir de 22.000 euros. A versão atual de 39 mm pode ser identificada pela referência 15202ST.
Se é um apreciador de relógios vintage, sugerimos o modelo com a referência 5402ST, ou seja, o primeiro Royal Oak, lançado na década de 1970. Este relógio custa cerca de 20.000 euros. Contudo, alguns exemplares usados em bom estado de conservação podem chegar a alcançar os 40.000 euros.
Se prefere um modelo maior, sugerimos a referência 15400ST. Este relógio apresenta um diâmetro de 41 mm, adaptando-se por isso a todos os pulsos. Os relógios em segunda mão e em bom estado de conservação rondam os 13.000 euros. Já os relógios novos custam, pelo menos, 15.000 euros.
Se pretende adquirir um Royal Oak mais desportivo, com o qual possa cronometrar intervalos de tempo, sugerimos o modelo com função de cronógrafo. Os modelos usados custam aproximadamente 12.000 euros, ao passo que os modelos novos começam nos 16.000 euros. Se preferir um modelo dotado de um calendário perpétuo, o Royal Oak Perpetual Calendar usado custa cerca de 25.000 euros. Nova, esta peça ronda os 50.000 euros.

Variantes do Royal Oak

Modelo Diâmetro Espessura Material Funções Preço
Royal Oak Ref. 15202 39 mm 8,1 mm Aço inoxidável, ouro Horas, minutos, data, automático 15.000 - 53.000 EUR
Royal Oak Ref. 15400 41 mm 9,8 mm Aço inoxidável, ouro, aço e ouro Horas, minutos, segundos, data, automático 13.000 - 60.000 EUR
Royal Oak Chronograph 39 - 41 mm 10,8 mm Aço inoxidável, titânio, ouro Data, cronógrafo, automático 12.000 - 55.000 euros
Royal Oak Openworked 39 - 41 mm 9,4 - 9,9 mm Aço inoxidável, ouro Horas, minutos, segundos, automático 40.000 - 82.000 euros
Atualmente, o Royal Oak está disponível em mais de uma centena de versões diferentes. Existem modelos em aço, ouro, com ou sem diamantes, com dois ou três ponteiros, com função cronográfica, etc. Com os seus 33 a 37 mm de diâmetro, os modelos femininos adaptam-se aos pulsos mais finos. A versão maior também pode ser usada por homens com pulsos mais estreitos. O modelo de 33 mm alberga um movimento de quartzo. Algumas versões possuem diamantes cravejados na luneta, no mostrador e na caixa. Estão disponíveis braceletes em metal ou correias em pele de crocodilo em preto, branco, azul ou castanho. A caixa também existe em ouro de 18 quilates, podendo optar-se por ouro amarelo, branco ou rosa.
Um dos modelos mais emblemáticos desta coleção é o exemplar com mostrador e movimento esqueletizados. As peças do movimento são meticulosamente trabalhadas como verdadeiras obras de arte. Este tipo de relógio, denominado "openworked" pela própria Audemars Piguet, tem o calibre visível tanto na frente do mostrador como no verso do relógio. Esta peça dispõe de um fundo em vidro de safira que permite contemplar o calibre automático em funcionamento. Alguns modelos são dotados também de turbilhão.
Para os apreciadores do Royal Oak original sugerimos o número de referência 15202ST. Este relógio, tal como o modelo da década de 1970, apresenta um diâmetro de 39 mm. Além disso, é extremamente confortável graças à sua espessura de apenas 8,1 mm. Poderá usá-lo por baixo da manga da camisa, a complementar um look elegante de fato e gravata. A versão de 41 mm também é bastante plana com os seus 9,8 mm. O modelo atual com a referência 15202ST e o Royal Oak original são bastante semelhantes. Contudo, o modelo atual é dotado de um fundo em vidro de safira que permite contemplar a beleza do calibre. A cor do disco da data combina na perfeição com o tom do mostrador. O primeiro Royal Oak tinha os números do disco em preto sobre um fundo branco.
No modelo de 39 mm do Royal Oak bate o calibre automático 2121. O movimento apresenta uma espessura de apenas 3,05 mm, uma reserva de marcha de 40 horas, uma frequência de 19.800 alternâncias por hora (2,75 Hz) e inclui um total de 247 peças. Este calibre baseia a sua construção no Jaeger-LeCoultre 920. Prescinde da função de data e surpreende com uma espessura ultrafina de apenas 2,45 mm. Este é assim um dos calibres automáticos mais finos do mercado. Os relógios Patek Philippe e Vacheron Constantin albergam este calibre.

Destaques da coleção Royal Oak

  • Exemplares com mostrador e mecanismo esqueletizados
  • Relógios com turbilhão ultraplanos
  • Complicações como calendário perpétuo, repetição de minutos ou cronógrafo

A história do Audemars Piguet Royal Oak

A história do Audemars Piguet Royal Oak remonta o ano de 1971. Nesta época, a marca era presidida por Georges Golay. Nesse mesmo ano, Carlo de Marchi, o agente distribuidor da Audemars Piguet em Itália, contactou o presidente da AP para encomendar um relógio de pulso o mais versátil possível, com o qual pudesse tanto conduzir um automóvel desportivo como velejar ou ir a um evento mais formal. Como material, Marchi sugeriu o aço inoxidável.
A manufactura incumbiu então Gérald Genta do design deste relógio. Em menos de um dia, o famoso designer tinha os primeiros esboços prontos. Genta inspirara-se numa recordação de infância, nomeadamente no capacete de um mergulhador profissional cuja forma, juntas e parafusos lhe serviram de inspiração. Assim, surgiu a ampla forma da luneta octogonal com oito parafusos hexagonais, evocando também uma escotilha. Os parafusos encontram-se inseridos na luneta, perfeitamente alinhados, criando um efeito muito harmonioso. Estes são aparafusados na parte de trás da caixa, unindo o vedante à caixa. Assim, são não só elementos decorativos como também funcionais.
Além disso, Genta concebeu uma bracelete integrada, de forma a se fundir na caixa. O desenho do relógio foi bem-recebido pela Audemars Piguet, tendo sido inicialmente denominado internamente de "Safari". Foi apresentado finalmente na Feira de Basileia em 1972.
Os primeiros protótipos do Royal Oak eram em ouro branco, um material que, comparado com o aço, é bastante mais fácil de polir. Inicialmente o Royal Oak não foi bem-recebido, já que com os seus 39 mm de diâmetro era um relógio demasiado grande para a época. Além disso, o seu preço (3.650 francos suíços) era consideravelmente alto para um relógio fabricado em aço inoxidável. Ao todo, foram vendidos aproximadamente 400 relógios nos primeiros três anos. Foi sobretudo a clientela alemã quem mais sucumbiu ao vanguardismo deste modelo extremamente plano que, com o tempo, se converteu no best-seller da Audemars Piguet.