LoginLogin
Marca
Modelo
Preço
Diâmetro
Ano
Localização
Leia mais
A sua escolha

A sua escolha

A sua escolha

A sua pesquisa não obteve resultados
A sua escolha

A sua pesquisa não obteve resultados
A sua escolha

A sua pesquisa não obteve resultados
Informações gerais
Tipo de relógio
Referência
Leia mais ...
Novo/usado
Disponibilidade
Sexo
Estado
Leia mais ...
Âmbito de fornecimento
Propriedades e funções
Corda
Material da caixa
Leia mais ...
Mostrador
Leia mais ...
Vidro
Leia mais ...
Funções
Leia mais ...
Altura
Leia mais ...
Material besel
Leia mais ...
Números do mostrador
Impermeável
Leia mais ...
Outro
Leia mais ...
Bracelete
Material da bracelete
Leia mais ...
Largura
Leia mais ...
Cor da bracelete
Leia mais ...
Material do fecho
Leia mais ...
Cancelar
Omega Speedmaster Professional Moonwatch

Ordenar por

Omega Speedmaster Prof. Moon 3570.50 Hesalite crystal 1861... Omega Speedmaster Prof. Moon 3570.50 Hesalite crystal 1861... R$ 10.918 US 41 2012

Omega Speedmaster Professional Moonwatch: Explorador do Espaço

O lendário Omega Speedmaster Professional acompanhou os astronautas no momento histórico da ida à Lua. A fama granjeada pelas viagens ao espaço transformou-o num modelo mítico, que ainda hoje é o mais procurado da manufactura suíça.

Destaques do Omega Speedmaster Professional

  • O cronógrafo mais famoso do mundo
  • O único relógio certificado pela NASA para utilização em atividade extra-veicular
  • Calibre de corda manual
  • Escala de taquímetro
  • Opcionalmente com vidro de safira ou plexiglass

Aprovado em testes de robustez extremos

O Speedmaster é um cronógrafo da conhecida marca suíça Omega, lançado em 1957. As principais características técnicas que definem este relógio em aço são um calibre de corda manual e uma escala taquimétrica.
Mas a extraordinária história do "Speedy", como carinhosamente foi alcunhado pelos fãs, não se fica de todo por aqui. Começa no outono de 1964, ano em que a NASA iniciou um processo de seleção de relógios para equipar os astronautas nas viagens espaciais. Ao passo que o restante equipamento dos astronautas era feito por medida, no caso dos relógios, a agência decidiu escolher entre os cronógrafos disponíveis no mercado. Assim, a Agência Espacial Norte-Americana submeteu cronómetros de várias marcas a testes exaustivos, nomeadamente a temperaturas que podiam variar entre os -18 e os +93 graus Celsius, humidade relativa de 95%, vibrações de todo o tipo, descompressão ou aceleração.
Em março de 1965, o Omega Speedmaster Professional foi declarado o vencedor dos testes, fazendo a sua viagem inaugural ao espaço, como cronógrafo oficial da Agência Espacial Norte-Americana, no pulso dos astronautas da missão Gemini 3. Mais tarde, no mesmo ano, Edward White usou o seu Speedmaster no primeiro passeio espacial da agência norte-americana. O cronógrafo funcionou na perfeição, mesmo exposto ao invulgar ambiente do vácuo espacial.
Três anos antes da qualificação oficial do Omega Speedmaster para os programas espaciais, o Omega Speedmaster fazia a sua viagem inaugural ao espaço no pulso do astronauta Wally Schirra. O relógio funcionou impecavelmente na missão denominada Mercury-Atlas 8, em que o astronauta orbitou a Terra seis vezes, a bordo do módulo espacial Sigma 7.

Conselhos para a compra de um Omega Speedmaster Professional

O "Speedy" alia como nenhum outro relógio o mito à técnica relojoeira de excelência. Se a sua decisão de compra recair sobre um Speedmaster Professional, estará a comprar um relógio com uma história muito especial. Este é um dos modelos preferidos dos amantes de relojoaria e colecionadores. Do ponto de vista prático, é uma peça que persuade com uma escala taquimétrica com a qual é possível medir velocidades.
Os verdadeiros fãs do "Speedy" preferem a versão em hesalite, que caracterizava o modelo da década de 1960. Este material foi um dos critérios de segurança estabelecidos pela NASA, dado que é um tipo de plexiglass que tem a vantagem de não estilhaçar no caso de se partir, além de ser mais barato substituí-lo. Este modelo em hesalite encontra-se ainda hoje no catálogo da Omega e pode ser identificado pela referência 311.30.42.30.01.005. Um exemplar  novo custa cerca de 3.500 euros.
Circunstâncias de ordem prática e terrena, porém, falam a favor de um vidro de safira que é praticamente resistente aos riscos. O modelo com este tipo de vidro tem a referência 311.30.42.30.01.006 e um custo adicional de 300 euros.
No que aos movimentos diz respeito, deverá distinguir entre o calibre 1861 e o 1863. Embora sejam tecnicamente idênticos, o calibre 1863 foi embelezado e é por isso utilizado nos modelos com fundo em vidro de safira.
Com um diâmetro de caixa de 42 mm, o Moonwatch é um relógio pujante. Uma alternativa com um tamanho mais pequeno é o Speedmaster Automatic Reduced, que fez parte do catálogo da Omega entre 1988 e 2012. Em termos estéticos, é um relógio bastante semelhante ao Omega Professional. Com um tamanho de caixa de 39 mm, adapta-se melhor a pulsos mais estreitos. O preço de um exemplar usado em bom estado de conservação ronda os 1.700 euros.
A Omega propõe ainda duas versões do Speedmaster Professional com a complicação fases da lua. A versão com o tamanho de caixa normal de 42 mm tem o número de referência 3876.50.31 e custa em estado novo cerca de 4.000 euros. A versão cuja caixa é um pouco maior, com 44,25 mm, pode ser identificada pela referência 311.33.44.32.01.001. O preço ronda os 7.500 euros.
Se procura um Speedmaster Professional original da época das lendárias missões Apollo, os relógios com as referências 105.012 e 145.012 são as peças perfeitas. Por cima do seu fato espacial, o astronauta Buzz Aldrin usava o cronógrafo com a referência 105.012 quando pisou pela primeira vez a superfície lunar no dia 21 de julho de 1969. O astronauta Michael Collins, por sua vez, usava um modelo com a referência 145.012. Neil Armstrong tinha deixado o seu Speedmaster no interior do módulo lunar devido a uma falha no relógio de bordo deste, dando o histórico primeiro passo na superfície da Lua sem o cronógrafo no pulso. Um relógio referência 105.012 de meados da década de 1960 é uma peça extremamente rara, cujo valor depende muito do seu estado de conservação e fatores como a existência da caixa e respetiva documentação. O preço de um destes exemplares é superior ao de um Speedmaster Professional novo e chega a ultrapassar a barreira dos 10.000 euros. Um modelo com a referência 145.012 em bom estado de conservação custará um pouco menos.
A mudança do número de referência 145.012 para o número 145.022 marca simultaneamente a substituição do calibre 321 pelo calibre 861, que, de acordo com a Omega, é bastante mais robusto. Um Speedmaster Professional 145.022 custa usado cerca de 3.000 a 4.000 euros, ou seja, trata-se de um relógio bastante mais acessível do que os seus antecessores. Se procura um relógio para usar e não uma peça de coleção, o relógio referência 145.022 é, sem dúvida, uma excelente compra com potencial de valorização. A Omega produz este modelo equipado com o calibre 861 desde 1997.
Se procura um cronógrafo diferente e com alguma cor, sugerimos o Omega Speedmaster Professional Racing (ref.ª 311.30.42.30.01.004) decorado com uma quadrícula branca e vermelha na orla do mostrador. Este elemento tem um significado muito especial, dado que se inspira na quadrícula do foguetão de Rumo À Lua d’ As Aventuras de Tintim, personagem criado pelo belga Hergé em 1953. Com este Speedmaster no pulso terá, pois, uma história muito interessante para contar sobre a origem do seu cronógrafo, além das muitas outras aventuras no espaço que tornaram este relógio num verdadeiro ícone.

Dicas de compra

  • Versões em hesalite com preço mais acessível do que as versões com vidro de safira
  • Referências 105.012 e 145.012 utilizadas por astronautas da Apollo 11
  • Modelos anteriores a 1968 com grande valor de coleção
  • Grande variedade de modelos com a referência 145.022
  • Edições especiais limitadas do Snoopy Award

Design constante há mais de meio século

O Speedmaster foi o primeiro cronógrafo a apresentar um mostrador com três contadores assimétricos, às 3, 6 e 9 horas. Este layout definiu, não só o Speedmaster, como também todos os cronógrafos desportivos que vieram a ser lançados depois deste. O submostrador dos pequenos segundos está posicionado às 9 horas, ao passo que os outros dois contadores das horas e dos minutos surgem, respetivamente, às 6 e às 3 horas. Este grafismo manteve-se inalterado, tal como o mostrador preto com marcações a branco e a luneta com taquímetro. Os botões do cronógrafo mantêm-se na lateral direita, junto da coroa. A única modificação que a Omega fez ao modelo foi a adição de uma pulseira em velcro que substituiu a tradicional em aço, para que o relógio pudesse ser usado por cima do fato espacial.
A 21 de julho de 1969, Neil Armstrong pisou pela primeira vez a superfície lunar. Porém, uma vez que o relógio de bordo do módulo lunar falhara, Neil Armstrong deixou o seu Speedmaster no interior deste, dando o histórico primeiro passo na superfície da Lua sem o cronógrafo no pulso. Assim, foi no pulso de Buzz Aldrin que o Speedmaster Professional pisou a Lua pela primeira vez. Infelizmente, o relógio histórico encontra-se desaparecido desde 1971. O astronauta enviou-o por correio para o Museu Nacional do Ar e do Espaço, situado na capital norte-americana, Washington, D.C., porém, a encomenda nunca chegou a alcançar o seu destino. Já os Speedmasters dos dois outros astronautas da missão Apollo 11, Neil Armstrong e Mike Collins, encontram-se aí expostos.

"Houston, We’ve Had a Problem."

Um pouco mais azarada foi a missão Apollo 13, em abril de 1970. Ironicamente, foi precisamente nesta missão que o Speedmaster teve o seu maior momento de glória, ainda que este tivesse durado apenas 14 segundos. Devido a uma grave falha técnica – a explosão de um dos tanques de oxigénio –, os americanos foram obrigados a abortar a planeada alunagem. O capitão Jim Lovell comunicou, então, à base a célebre frase: "Houston, we’ve had a problem" (Houston, temos um problema). A partir desse momento, tratava-se apenas de conseguir regressar em segurança à Terra na cápsula espacial danificada. Para tal, os astronautas tinham de fazer uma correção de curso que implicava a ignição dos propulsores durante exatamente 14 segundos. Uma vez que a eletrónica de bordo falhara, o astronauta Jack Swigert usou o seu Speedmaster para fazer a cronometragem dos 14 segundos. A manobra foi bem-sucedida. Caso contrário, a nave teria passado a 60.000 km da Terra e desaparecido para todo o sempre no espaço infinito.
Este feito valeu à Omega o prestigiado prémio Silver Snoopy Award da NASA, concedido pela agência espacial a contribuições excecionais à exploração espacial. Esta história foi contada no filme Apollo 13, que contribuiu ainda mais para a notoriedade do Speedmaster Professional. A título de curiosidade, o ator principal, Tom Hanks, foi visto com o seu "Speedy" no pulso mesmo muito depois de terminadas as filmagens. A Omega lançou duas edições limitadas em tributo à lendária missão Apollo 13, decoradas com o Snoopy.
O fim das missões Apollo, em 1972, não significou o fim do Speedmaster Professional enquanto relógio de astronautas, dado que foi novamente escolhido para acompanhar os voos do Space Shuttle.

Calibre fiel ao original

Desde a façanha das missões Apollo, quase nada mudou no Speedmaster Professional, não só em termos de aparência, mas também em termos de mecanismo. Este é praticamente igual ao mecanismo dos relógios que os astronautas da NASA usaram quando pisaram a Lua. A versão atual do "Omega da Lua" dá pelo nome de Speedmaster Professional 42 mm e é estanque até 50 metros de profundidade (5 bar).
A Omega equipa este cronógrafo com o calibre 1861 ou o 1863, ambos de corda manual. Os dois calibres dispõem de uma reserva de marcha de 48 horas com uma frequência de 21.600 alternâncias/hora. Até 1968, o valor era de apenas 18.000 A/h, mas nesse ano o mecanismo foi atualizado e melhorado.

Outros viajantes do espaço: Breitling e Fortis

Apesar do papel preponderante do Speedmaster Professional enquanto relógio para a exploração do espaço, este não foi o único cronógrafo a aventurar-se além dos limites da atmosfera terrestre. Em maio de 1962, o astronauta Scott Carpenter orbitou três vezes a Terra. No pulso levava um Breitling Navitimer Cosmonaute. Já os cosmonautas russos escolheram o cronógrafo de corda automática Official Cosmonauts da Fortis. É curioso notar que ambos estes cronógrafos eram reputados relógios de piloto de aviação. O Speedmaster, por sua vez, tinha sido originalmente concebido como um relógio desportivo vocacionado para o desporto automóvel, daí o seu nome, e daí também a inclusão da luneta com taquímetro, cuja função é medir a velocidade média em km/h, por exemplo, de uma corrida.