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Patek Philippe Calatrava Patek Philippe Calatrava R$ 70.054

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Patek Philippe Calatrava

O Calatrava é a grande estrela do catálogo da Patek Philippe. Esta coleção representa como nenhuma outra o estilo nobre da manufactura suíça. Atualmente, está disponível em 40 versões com caixas em ouro amarelo, branco ou vermelho.

Destaques do Calatrava

  • Um dos relógios clássicos mais célebres no mercado
  • O primeiro Patek Philippe com um número de referência (96)
  • Tradição desde 1932
  • Caixas em ouro amarelo, ouro vermelho ou ouro branco
  • Calibre de manufactura

Inspirado no estilo Bauhaus

Atualmente, o Calatrava é considerado um relógio conservador, contudo esta não foi sempre a sua imagem. A coleção nasceu em 1932, contando com uma história mais longa do que a maioria dos relógios no mercado. Curiosamente, aquando do ano do seu lançamento, o design do Calatrava não foi considerado tradicional, mas sim vanguardista. Inspirado no estilo Bauhaus da década de 1930, a estética do Calatrava era extremamente inovadora para o seu tempo. A corrente artística alemã, considerada o auge do movimento racionalista, reduz as formas ao que é essencial e elimina aspetos supérfluos de decoração.
A coleção foi buscar o seu nome ao símbolo com flores de lírios da Cruz de Calatrava, que a Patek Philippe utiliza como logótipo. Esta foi utilizada na Idade Média como emblema da ordem militar espanhola fundada pelo Reino de Castela que defendeu a Vila de Calatrava. Esta mesma cruz era também o escudo da cidade de origem de Jean-Adrien Philippe. Pensa-se que terá sido essa a razão por que Patek e Philippe escolheram a cruz de Calatrava como emblema da marca em 1887.
Atualmente, o Calatrava é visto como um relógio clássico e elegante de formato redondo. Embora esta última afirmação pareça um pouco redundante, a verdade é que a forma deste relógio teve um papel determinante no seu sucesso. Na época em que o Calatrava foi lançado, estavam em voga os relógios de luxo de forma quadrada. A marca rival Cartier tinha acabado de surpreender o mundo da alta relojoaria com duas peças elegantes: o Santos e o Tank, ambos de forma quadrada, e a Jaeger-LeCoultre apresentara, em 1931, o Reverso, também este quadrado. A forma redonda do Calatrava fez com que este se destacasse da concorrência.
A linha Calatrava é uma das mais conhecidas da marca. O modelo mais emblemático pode ser identificado pelo número de referência3919, tendo sido produzido de 1985 até 2006. A característica mais importante deste modelo é a luneta adornada com decoração guilhoché Clous de Paris. Os ponteiros feuille e os números romanos realçam o caráter clássico desta peça. A caixa mede apenas 33,5 mm de diâmetro, um tamanho algo pequeno para os padrões contemporâneos. O modelo sucessor, com a referência 5119, conta com uma caixa de 36 mm, um diâmetro mais atual. Contudo, este é um relógio bastante difícil de encontrar no mercado.
O primeiro Calatrava de 1932 possui o número de referência 96. Atualmente, o modelo com a referência 5196 recupera os códigos estéticos do modelo original. Este relógio é dominado por um visual clássico, com os pequenos segundos situados às 6 horas, ponteiros tipo dauphin e índices em forma de bastão. Curiosamente, ambos os modelos parecem ter saído diretamente do catálogo da década de 1950, já que, quando foi lançado, o 96 era uma peça vanguardista, enquanto o 5196 mantém-se fiel às origens.

Calatrava: conselhos de compra

Se pretende adquirir um relógio elegante e luxuoso fabricado em ouro, sugerimos que explore as peças da linha Calatrava. Os relógios clássicos de homem são perfeitos para completar um look mais elegante de fato e gravata. O seu tamanho não chama muito a atenção, porém qualquer entusiasta de relojoaria reconhecerá de imediato esta peça. Afinal de contas, trata-se de um dos mais emblemáticos relógios clássicos da história.
Os modelos com o número de referência 3919 e 5119 são esteticamente apelativos graças à luneta com decoração guilhoché. Um Calatrava 3919 em bom estado de conservação ronda os 8.000 euros. Um modelo 5119 novo custa cerca de 15.000 euros.
Se preferir um design mais sóbrio e que se assemelhe mais à primeira edição do Calatrava, sugerimos o modelo 5196. Novo, tem um preço de aproximadamente 16.000 euros.
Esta linha integra cerca de 40 modelos diferentes, dois terços dos quais são relógios masculinos. Os relógios de senhora surgem adornados de diamantes e, por isso, superam largamente o preço dos modelos masculinos. Se pretende adquirir um relógio de senhora com a referência 4895, em bom estado de conservação, conte com uma verba de cerca de 150.000 - 200.000 euros. Estas peças têm 162 diamantes de corte baguette incrustados na luneta, o que influencia claramente o seu preço. Contudo, também é possível encontrar modelos com um preço mais acessível, em bom estado de conservação, equipados com um movimento de quartzo, por cerca de 4.000 - 5.000 euros. Estes modelos femininos foram lançados pela marca nos anos 80 e 90.

Os calibres da linha Calatrava

A linha Calatrava não integra relógios com complicações. Embora a Patek Philippe seja uma das mais conceituadas marcas na arte da alta relojoaria, esta linha histórica prescinde de cronógrafos, calendários perpétuos, fases da lua, repetição de minutos, turbilhões e outras funções semelhantes.
O mostrador do popular modelo 5119 não possui indicação da data. Ao invés, a Patek Philippe optou por manter a simetria e uma estética harmoniosa. O 5196 também dispõe apenas de ponteiros para as horas e os minutos, a par dos pequenos segundos. Tanto o modelo 5119 como o 5196 albergam no seu interior o calibre de corda manual 215 PS. Este oscila a uma frequência de 28.800 alternâncias por hora e oferece uma reserva de marcha de 48 horas. O modelo 5120 integra um calibre de corda automática, que prescinde inclusive dos pequenos segundos.
O Calatrava 6000 conta com indicação da data por meio de um ponteiro e como uma escala de 1 a 31 que rodeia o perímetro do mostrador. O calibre automático 240 PS C torna possível esta função. Existem ainda outras versões do Calatrava, em que a data surge numa janela situada às 3 horas. Estas albergam o calibre de corda automática 324 SC.

Invenções e famosos

A Patek Philippe existe desde 1851. O relojoeiro polaco Antoni Patek (1811–1877) associou-se ao seu colega francês Adrien Philippe (1815–1894) em 1845 para fundar a empresa. Em 1844, Adrien inventou a coroa para carregar e para acertar as horas dos relógios de bolso. Antes desta invenção, era necessário usar uma chave de dar corda para realizar esta tarefa. Esta foi uma das mais inovadoras invenções da relojoaria.
Em 1851, Patek e Philippe estiveram presentes na 1.ª Grande Exposição de Londres, onde ganharam uma das suas mais proeminentes clientes: a Rainha Vitória de Inglaterra. A monarca adquiriu logo duas peças da manufactura. Desde então, passaram a figurar entre a sua clientela vários outros ilustres monarcas, entre os quais as famílias reais italiana e a dinamarquesa. Pouco tempo depois, nasceu uma parceria com a renomada joalharia nova-iorquina Tiffany & Co., para quem a Patek Philippe concebeu 130 relógios exclusivos. A marca genebrina apresentou o seu primeiro relógio de pulso em 1868 e patenteou o primeiro cronógrafo rattrapante em 1902. Em 1925, seguiu-se o primeiro relógio de Spulso com um calendário perpétuo.
A família Stern adquiriu a empresa em 1932. Desde 2009, é Thierry Stern quem chefia a empresa, que produz cerca de 50.000 relógios por ano.