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Omega Vintage Oversize 2475 Omega Vintage Oversize 2475 R$ 26.132

Uma viagem no tempo com relógios vintage

Os relógios vintage fascinam um público muito vasto. Este é um mercado que tem de tudo um pouco: desde amantes de peças únicas que procuram uma oportunidade de adquirir uma peça exclusiva a um preço mais baixo, a colecionadores de relógios raros que atingem preços exorbitantes.

Razões para comprar um relógio vintage

  • Vasta gama de preços
  • Grande escolha de designs e materiais
  • Autenticidade
  • Acesso a modelos de coleções que deixaram de existir

Relógios vintage: peças com prestígio e tradição

Não existe uma regra rígida que determine quais são os relógios "vintage", porém o tempo é seguramente um fator determinante. Robert-Jan Broer, especialista de relojoaria da Fratello Watches, defende que o ano de 1990 é a data limite para que um relógio possa ser considerado vintage. Contudo, esta não é uma regra fixa e cada um é livre de decidir se o relógio é ou não vintage.
O preço é, sem dúvida, um dos argumentos mais fortes para se adquirir um relógio vintage. O Omega Seamaster, um modelo produzido desde 1948, é um bom exemplo. Novo, um Seamaster de corda manual custa entre 3.000 e 5.000 euros. Contudo, ainda é possível encontrar um Seamaster da década passada, em bom estado de conservação e com um movimento de corda automática ou manual, por um preço entre os 500 e os 1.000 euros. Se é um amante dos modelos vintage, esta é uma excelente oportunidade de adquirir um relógio emblemático de uma das mais prestigiadas marcas relojoeiras suíças a um preço acessível. Não precisa de possuir modelos das últimas coleções para mostrar os seus conhecimentos de relojoaria. Um Omega, um Rolex ou um Breitling antigos farão o mesmo efeito.
A compra de um relógio vintage tem ainda outras vantagens, nomeadamente o facto de não estar limitado aos modelos atuais e de poder escolher entre uma multitude de versões diferentes. É inclusive possível que os modelos mais antigos correspondam mais ao seu gosto. Além disso, os relógios vintage respiram autenticidade e originalidade, o que os torna mais fascinantes do que um relógio retro. O design de um relógio retro limita-se a imitar o estilo de um determinado período histórico, mas não deixa de ser um produto atual. Ao contrário de um relógio vintage, não carrega consigo as marcas do passado nem é uma peça histórica.
Adquirir um modelo vintage continua a ser a melhor forma de possuir um relógio com determinadas características. Um excelente exemplo é o Rolex Explorer. A partir de 2010, a Rolex passou a produzir este relógio com uma caixa de 39 mm de diâmetro. Para quem prefere versões de dimensões mais pequenas, a única solução é comprar modelos mais antigos. Os últimos Rolex Explorer com caixa de 36 mm de diâmetro tinham a referência 114270. Poderá também considerar os relógios com as referências 6610, 1016 e 14270.
Este exemplo mostra que para comprar um determinado relógio vintage é necessário estar familiarizado com os respetivos números de referência. Estas ajudam-no a encontrar ou a identificar exatamente o relógio que procura.

Conselhos para a compra de um relógio vintage

Pesquisar informações e comparar preços fazem parte da experiência e do prazer de comprar um relógio. No que aos relógios vintage de luxo se refere, é necessária atenção redobrada relativamente ao preço. Para evitar adquirir uma falsificação, é muito importante não se deixar entusiasmar por um preço baixo. O preço médio de um modelo usado pode ser facilmente verificado no site da Chrono24, comparando as diferentes ofertas de relógios. Se o preço for demasiado alto ou demasiado baixo, deve ser indicada a razão. Por exemplo, um Omega Seamaster com um preço que ronde os três dígitos em euros não levanta qualquer suspeita. Ao invés, um Rolex Submariner por um preço assim tão baixo, deverá deixá-lo cético, dado que estes modelos alcançam preços bastante mais elevados.
Saber avaliar o valor adequado de um relógio vintage requer alguma experiência e conhecimento. As revistas e os sites especializados em relojoaria são uma fonte de informação valiosa e muito útil. Nos fóruns sobre relógios poderá também encontrar respostas a algumas das suas questões.
Para um leigo na matéria, muitas vezes é difícil ter uma ideia dos preços. Por exemplo, um modelo um pouco mais deteriorado pode ser mais valioso do que um modelo semelhante em excelente estado de conservação. Isto porque, no caso dos relógios vintage, o fator mais importante é o estado original da peça. Os riscos e outros sinais de desgaste são pouco relevantes. Porém, se as peças fundamentais do relógio, como o mostrador, os ponteiros ou a coroa, tiverem sido substituídos, o seu preço pode cair substancialmente.
Outro fator que influencia exponencialmente o valor de um relógio vintage é a existência da caixa e dos documentos originais. Estes provêm da primeira venda e remontam por vezes a várias décadas, testemunhando assim a autenticidade da peça. Isto não quer dizer que deva evitar comprar relógios sem caixa e documentos. Muitas vezes, o primeiro proprietário simplesmente não os conservou.
Se não tiver muito tempo ou não estiver interessado em imergir-se demasiado neste tema, sugerimos que realize a compra num comerciante de relojoaria de confiança, que o poderá aconselhar melhor. Esta é, sem dúvida, a melhor forma de comprar um relógio com segurança e a um preço justo. Em muitos dos casos, os comerciantes oferecem também os relógios com garantia.
Se comprar a um particular, é possível que o relógio não tenha feito uma manutenção regular. Como sabemos, os relógios mecânicos necessitam, de tempos a tempos, que se faça a manutenção dos seus movimentos, por isso, nestes casos, será necessário prever um orçamento suficiente para este efeito. Geralmente, uma manutenção simples sem reparação custa cerca de 200 euros. No caso de se tratar de um relógio de mergulho vintage, é necessário verificar também a estanqueidade do mesmo antes de o utilizar debaixo de água.

A força de um ponteiro desbotado

A compra de um relógio vintage tem muitos aspetos idênticos à compra de um carro clássico ou de um carro usado raro. E há aficionados da relojoaria mecânica antiga que se assemelham um pouco a filatelistas, prontos a pagar qualquer preço pela peça que lhes falta na coleção. Os modelos da Rolex constituem um perfeito exemplo disso, nomeadamente o Rolex Explorer II, cujos exemplares dos anos 1970 apresentam um ponteiro suplementar das 24 horas nas cores laranja ou vermelha que desbotava com a passagem do tempo, uma vez que o material não era resistente aos raios ultravioleta. Trata-se de um defeito de fabrico que acabou por se tornar a característica distintiva dos modelos vintage, encarecendo o seu preço, em lugar de ser considerado um defeito. A cobiçada versão com a referência 1655 pode ultrapassar facilmente a barreira dos 10.000 euros, o dobro do preço de um Explorer II novo da coleção vigente. O Rolex Explorer II deve também a sua fama ao ator de culto americano Steve McQueen, que usava um destes modelos na década de 70. A associação de um relógio a uma personalidade famosa contribui muitas vezes para o aumento do seu valor. Este exemplo mostra que os relógios vintage podem ser excelentes investimentos, e não apenas uma forma de comprar um relógio a um preço mais acessível.
Um relógio vintage em bom estado de conservação mantém um valor relativamente estável. Porém, muitas vezes, o aumento do preço de uma determinada peça não depende unicamente do relógio em si, mas de outros fatores. Quem comprou um relógio usado com caixa em ouro maciço há 20 anos não se irá com certeza arrepender da compra. Atualmente, o valor do ouro mais do que triplicou, sendo possível tornar a vender o relógio a um preço mais elevado. Os relógios de piloto de meados da década de 1940 são atualmente muito procurados pelos colecionadores, dado que adquirir um relógio que fez parte da Segunda Guerra Mundial é como comprar uma peça histórica.
Geralmente, as coleções que deixaram de ser produzidas alcançam também preços mais elevados. O cronógrafo Autavia, concebido pela Heuer na década de 1970 era extremamente apreciado pelos pilotos da época. Atualmente a empresa chama-se TAG Heuer e o Autavia deixou de fazer parte do catálogo da marca. Esta peça em segunda mão tem um preço superior a muitos dos modelos atuais da marca suíça, alcançando os 3.000 euros, no caso de se tratar de um exemplar em bom estado de conservação. Mas se o feliz proprietário de uma destas peças se quiser separar dela, é outra história.