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Omega Speedmaster "Dark Side of the Moon" Co-Axial Omega Speedmaster "Dark Side of the Moon" Co-Axial CH 2011 R$ 27.970

Omega: Das profundezas do oceano ao espaço

A Omega é líder mundial na manufactura de relógios. A prestigiada marca suíça de Bienne notabilizou-se pelos seus relógios de elevada qualidade - alguns dos quais lendários - que se demarcam pela robustez e precisão.

Destaques da Omega

  • Omega Speedmaster Professional: o famoso "Moonwatch"
  • Relógios de mergulho estanques até 1.200 m de profundidade (120 bar)
  • Modelos clássicos e elegantes: De Ville e Constellation
  • Escape coaxial: reduz o atrito e é imune aos choques
  • Omega Seamaster Aqua Terra > 15.000 gauss: resistência aos campos magnéticos

Tradição e inovação

Fundada no século XIX, a Omega fabricou alguns dos mais famosos relógios de pulso do mundo. O Speedmaster Professional, que acompanhou os primeiros astronautas à Lua em 1969, é um perfeito exemplo da excelência e pioneirismo da marca suíça. Foi escolhido pela NASA como relógio oficial para o programa espacial norte-americano depois de ter sido submetido a testes exaustivos. Já o Seamaster é o relógio eleito por muitos mergulhadores profissionais há mais de meio século. Este modelo surge também no grande ecrã, a acompanhar o agente secreto britânico James Bond nas suas aventuras.
A par dos relógios mais técnicos, a Omega oferece também peças do tempo clássicas e elegantes, como o De Ville, o Constellation e o Globemaster. Os materiais nobres, como o ouro vermelho, amarelo ou branco, sublinham o carácter luxuoso destes modelos.
A Omega tem vindo a destacar-se no campo da técnica relojoeira com o escape coaxial, que garante uma resistência eficaz aos campos magnéticos. A marca tem, desde 2015, uma parceria com o Instituto Federal Suíço de Meteorologia (METAS) que criou uma certificação própria para relógios resistentes a 15.000 gauss.

Dicas de compra

Para quem procura um relógio suíço de elevada qualidade, a Omega é sem dúvida uma das marcas a considerar, dado que esta manufactura goza de uma excelente reputação há já várias décadas.
Trata-se de uma marca especialmente apelativa para os amantes da relojoaria que valorizam técnica e história. As diversas versões do Speedmaster disponíveis vão desde cronógrafos ligados ao universo automobilístico do final da década de 1950 aos modelos profissionais criados para o programa Apollo, ou ainda modernos relógios de exploração espacial. A grande estrela da coleção é, sem dúvida, o "Moonwatch". O Speedmaster Professional referência 311.30.42.30.01.005 é o modelo que mais se aproxima do cronógrafo original criado para as missões lunares. O seu preço ronda os 3.000 - 4.000 euros. Já o preço das peças de coleção da década de 1960 ronda os 20.000 euros.
O “Moonwatch” original possuía um vidro de hesalite (um tipo de plexiglass), uma vez que na época o vidro de safira ainda não estava disponível. Porém, as vantagens do plexiglass permanecem atuais por ser um material que não estilhaça no caso de se partir, além de poder ser polido quando apresenta pequenos riscos. Outra vantagem é ser mais barato substitui-lo. Se pretender adquirir um modelo extremamente semelhante ao cronógrafo original, sugerimos, por isso, os modelos com o vidro em hesalite. O vidro de safira, por seu lado, tem a vantagem de ser tão duro que só um diamante o consegue riscar.
O facto de um Moonwatch ter um grande potencial de valorização é também um fator importante. Um exemplar de 1967 custava em 1999 cerca de 900 euros. Atualmente, o preço destes relógios em bom estado de conservação já alcançou os 6.000 ou 7.000 euros.
O Seamaster encontra-se numa gama de preços superior. Os exemplares não usados de um Seamaster 300 em platina podem custar mais de 40.000 euros, precisamente devido ao valor do material. A diferença de preço entre os diversos relógios de mergulho da Omega é enorme. Por exemplo, o preço de um elegante Seamaster dos anos 60, de corda manual e em bom estado de conservação, ronda os 500 - 600 euros. Caso prefira um Seamaster com uma elevada estanqueidade, os modelos ideais são o Planet Ocean e o Ploprof. Uma dica para colecionadores: o Seamaster tem uma maior diversidade de modelos, sendo o Speedmaster Professional o mais procurado.
O ouro e os diamantes sublinham o carácter luxuoso da linha Constellation. Tanto os modelos masculinos como femininos desta linha custam cerca de 20.000 a 30.000 euros. Contudo, esta linha também tem grandes diferenças de preços. Os modelos vintage em aço custam cerca de 500 - 600 euros. Esta é também a gama de preços dos modelos De Ville, embora o valor máximo dos relógios desta linha seja mais alto. Um De Ville com caixa em platina e turbilhão atinge valores de seis dígitos.

Conselhos de compra

  • Vasta gama de preços: de três a seis dígitos (em euros)
  • Grande variedade de relógios vintage e de modelos Seamaster
  • Valor duradouro graças a materiais nobres como a platina, o ouro e os diamantes
  • Speedmaster Calibre 321 e 861
  • Modelos de edição limitada: Speedmaster Professional "Snoopy" ou "Spectre"

O primeiro relógio na Lua

O cronógrafo desportivo Omega Speedmaster é um bom exemplo da excelência relojoeira da Omega. No dia 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin davam os primeiros passos na Lua. No pulso de Aldrin, o Speedmaster Professional tornou-se o primeiro relógio a pisar o solo lunar. Não foi por acaso que a NASA escolheu este relógio como cronómetro oficial do seu programa espacial. A agência espacial norte-americana submeteu cronómetros de várias marcas a testes exaustivos: fortes diferenças de temperatura, pressão, vácuo, choque, vibração, aceleração e outras adversidades. O Omega Speedmaster foi o único que resistiu. Antes da viagem à Lua, o Omega Speedmaster Professional já tinha sido escolhido pela NASA para o programa Gemini, no qual, pela primeira vez, os astronautas realizaram atividades extraveiculares. Voltou a fazer história quando foi usado pelos astronautas na missão lunar Apollo 13, em 1970. Com a nave espacial avariada, a tripulação tinha de cronometrar com absoluta precisão os 14 segundos necessários para a ignição dos propulsores e efetuar a correção de curso que lhes permitiria regressar à Terra. Os 14 segundos que salvaram a vida destes astronautas foram cronometrados com um Omega Speedmaster. Assim nasce um mito.

Mergulho a 1.200 metros de profundidade

No reino do mar, o Seamaster é soberano. Este, o Blancpain Fifty Fathoms e o Rolex Submariner formam a tríade dos mais conhecidos relógios de mergulho suíços. A linha Seamaster surgiu em 1947, sendo que, na época, não era ainda um relógio profissional de mergulho, mas apenas um modelo masculino com elevada estanqueidade. O primeiro relógio de mergulho profissional surge em 1957, com o lançamento do Automatic Seamaster 300. Seguiram-se vários outros modelos, quer mecânicos quer com movimentos de quartzo, considerados muitos deles marcos históricos na longa ligação da Omega ao mar. Alguns modelos incluem atributos de relógios profissionais para mergulhadores, como uma válvula de escape de hélio, que permite regular a pressão em mergulhos em águas profundas, com duração de vários dias. O Seamaster Professional 600, mais conhecido pelo nome de PloProf (Plongeur Professionnel), resulta de 4 anos de intensos testes e pesquisas e é estanque até 120 bar (1.200 m de profundidade).

Omega Constellation - Elegância no masculino

A linha Omega Constellation segue o elevado grau de exigência técnica presente no Speedmaster e Seamaster. Esta linha surgiu em 1952, caracterizando-se pela grande elegância dos modelos de três ponteiros. Ao longo dos anos, a linha evoluiu tanto em termos de design como de funções. Os modelos de 1980 passaram a incluir uma luneta fixa com algarismos romanos. Pouco depois, a Omega introduziu as chamadas "griffes" ou garras, posicionadas às três e às nove horas. A renovação da estética fez-se também acompanhar de novidades técnicas, como um mecanismo de quartzo da mais elevada qualidade. Na linha Constellation, o destaque vai para o Marine Chronometer, conhecido como o relógio de pulso mais preciso do mundo. Desde 1967, a coleção passou a integrar uma série de relógios dirigida exclusivamente ao público feminino, com um design luxuoso em ouro e com pedras preciosas.
A Omega tem uma linha ainda mais clássica do que a Constellation: a De Ville. Esta apela ao gosto de quem aprecia relógios ao estilo das manufacturas Blancpain ou Breguet. É por isso que nesta coleção se encontram relógios com elementos como números romanos, mecanismo turbilhão, assim como caixas fabricadas em ouro branco, amarelo ou rosa, que conferem a estas peças um estilo elegante e clássico. Esta série, nascida nos anos sessenta, caracteriza-se por ostentar diamantes engastados na luneta.

A Omega nos Jogos Olímpicos

A história desta famosa casa relojoeira começa no distante ano de 1848. Nessa época, o jovem Louis Brandt decidiu abrir uma oficina de fabrico de relógios de bolso na aldeia suíça de La Chaux-de-Fonds, no cantão de Neuchâtel. Este relojoeiro, que trabalhava com outros pequenos artesãos da região, comercializava as suas peças na Itália, no Reino Unido e até na região da Escandinávia. Alguns anos mais tarde, a pequena empresa relojoeira, que gozava já de grande reputação, passou a ser gerida pelos filhos de Brandt. Foram eles quem deram o grande impulso à empresa quando começaram a fabricar os seus próprios movimentos e transferiram a sede para Bienne, no cantão de Berna. Contudo, foi só em 1903, quando a direção foi assumida pela terceira geração, que o nome Omega foi oficialmente registado. Nesse mesmo ano, a empresa aliou-se à Tissot para fazer frente à crise causada pela Primeira Guerra Mundial. Sem nunca perder a sua identidade, a Omega continuou a produzir relógios de luxo, ao passo que a Tissot manteve como público-alvo a classe média. Com a chegada do quartzo, a situação mudou por completo para ambas as casas relojoeiras, submergindo o setor numa crise que só foi superada em 1983 com a criação do Grupo Swatch, ao qual a Omega ainda pertence hoje.
A Omega teve um papel crucial ao longo da história da relojoaria, distinguindo-se pelo seu espírito inovador e pioneiro. Entre as suas grandes inovações técnicas conta-se o primeiro relógio de pulso com repetição de minutos, lançado em 1892. Tratava-se de uma complicação totalmente inovadora para a época. Devido à elevada precisão cronométrica dos seus relógios, a Omega foi nomeada cronometrista oficial dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1932. A famosa casa suíça introduziu a primeira cronometragem eletrónica nos jogos de Helsínquia, em 1952.
Nos anos setenta, a Omega volta a surpreender, desta feita com o lançamento de um cronómetro com movimento de quartzo. Porém, foi com o calibre 1525 - que dá vida a um cronómetro produzido para a Marinha francesa - que a marca superou todas as expectativas em matéria de precisão cronométrica: em um ano este apresentava menos de 5 segundos de desvio horário. Tratando-se de uma edição especial feita por encomenda, foi entregue com uma belíssima caixa de madeira com ferragens em latão.

Características específicas da Omega

  • Certificação antimagnetismo em colaboração com o Instituto Federal Suíço de Meteorologia (METAS), desde 2015.
  • Utilização do silício para contrariar a influência dos campos magnéticos
  • Calibres mecânicos e relógios de quartzo hi-tech, como o Spacemaster Z-33

A Omega no pulso de famosas personalidades

Durante muitos anos, a Omega confiou a produção dos seus calibres à ETA, o mais importante fabricante de movimentos do mundo, refinando-os para os vender, posteriormente, sob o seu nome. Porém, desde 2007, a marca começou a fabricar muitos dos seus próprios calibres. A grande novidade é o revolucionário escape coaxial apresentado em 1999, que garante uma maior eficiência graças à redução de fricção no movimento. A primeira coleção a ser equipada com este sistema foi a De Ville, que alberga o fiável calibre ETA 2892-A2. O escape coaxial foi concebido pelo relojoeiro britânico George Daniels nos anos setenta, baseando-se no calibre ETA 2892-A2, sendo um dos mecanismos mais inovadores do nosso tempo. Atualmente, a Omega inclui-o em muitos dos seus modelos, facilmente reconhecíveis pela inscrição “Co-Axial” no mostrador.
Uma das últimas inovações da marca suíça prende-se com a resistência aos campos magnéticos. Em outubro de 2013, a Omega lançou o modelo Seamaster Aqua Terra que marca o início de uma nova geração de relógios com um calibre que desafia o magnetismo de mais de 15.000 gauss. Este extraordinário feito deveu-se à utilização de materiais como o silício, um elemento semicondutor, que permitiu resolver um problema que foi sempre uma fonte de preocupação para os relojoeiros: o magnetismo. Em 2015, a marca apresentou o seu próprio selo de qualidade para relógios antimagnéticos.
As vantagens de se ter um Omega no pulso são sobejamente conhecidas, tanto por personalidades reais como fictícias, como o famoso agente secreto James Bond que usou um Seamaster no filme GoldenEye, de 1995. O oceanógrafo francês Jacques Cousteau também pôs à prova um Seamaster nas suas expedições subaquáticas. Outra celebridade que não se separava do seu Omega Seamaster Calender era o rei do Rock, Elvis Presley. As grandes celebridades não foram, contudo, as únicas que souberam apreciar a suprema qualidade destas peças únicas. Personalidades históricas como o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy ou o líder chinês Mao Zedong elegeram um Omega para os seus pulsos. Inclusive o líder da União Soviética Michail Gorbatschow foi visto com um modelo da série Constellation. Não nos podemos esquecer do ator Tom Hanks, que usa orgulhosamente no pulso um Speedmaster Professional como recordação do seu papel protagonista no filme Apollo 13.